Mais segurança, agilidade e transparência às empresas públicas

Martin Strempfer é Diretor de Consultoria da FH
Martin Strempfer é Diretor de Consultoria da FH

Assim como as empresas privadas, o setor público têm se adaptado à transformação digital, em busca de vantagem competitiva e para melhorar o relacionamento com os cidadãos. Mais do que isso, ao integrar os processos e simplificar os sistemas de informação, as organizações inovam seus modelos de negócio, que passam a oferecer mais segurança durante as operações.

Os investimentos em tecnologia também trazem benefícios quanto à organização e à rastreabilidade das informações, afinal, grandes volumes de dados são gerados todos os dias por empresas da administração pública, sejam elas de economia direta, como é o caso dos órgãos ligados ao poder executivo, por exemplo, ou de economia mista, isto é, aquelas que resultam da união entre o Estado e entes privados, normalmente com ações negociadas na bolsa de valores, como os bancos.

Em relação às empresas da administração pública de economia mista, a tecnologia coopera para contrabalancear questões de compra e venda, otimizar os recursos financeiros e, consequentemente, aumentar a lucratividade.
E, se a informação é um recurso estratégico para a tomada de decisões, ter dados transacionais e analíticos à disposição – em tempo real – tornou-se uma necessidade fundamental para tais organizações, que buscam melhorias na gestão dos processos licitatórios; maturidade para os negócios e controle administrativo dos recursos financeiros, humanos, materiais e tecnológicos.

Dos gestores aos cidadãos, todos ganham! A substituição das pilhas de papéis pelos sistemas de gestão reflete positivamente na rotina e organização do trabalho dos órgãos ligados ao Executivo, Legislativo e Judiciário e demais companhias estatais – a morosidade perde espaço e os processos se desenrolam com mais velocidade – com isso, a população é melhor atendida e mais rápido.

Outro ganho trazido pela tecnologia é a transparência, que reduz possíveis falhas durante o trabalho, coíbe fraudes de terceiros e, consequentemente, rombos aos cofres públicos. O acesso dos cidadãos às informações e serviços dos órgãos ligados ao estado, município e à federação também é facilitado, ou seja, o cidadão conectado passa a exercer o papel de “fiscalizador do governo”.

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