Aché Laboratórios migra para Hana

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O Aché Laboratórios, uma das maiores empresas do setor farmacêutico brasileiro, migrou parte de seus bancos de dados da Oracle para a plataforma em memória Hana, como parte de um recente upgrade nos sistemas de gestão SAP da companhia.

O projeto envolve as duas empresas do grupo Aché e Biosintética, além das controladas Magenta, Mafra e Propecus.
O trabalho durou quatro meses e foi concluído em fevereiro de 2016, envolvendo cerca de 100 pessoas da companhia e cinco empresas prestadoras de serviço, incluindo a própria SAP, para a área técnica de Hana, e a paranaense FH para a parte funcional.

“Está claro que o Hana será a fundação da estratégia da SAP pelos próximos anos. Queremos alinhar nossos esforços de transformação digital como o que há de ponta no mercado”, resume Eduardo Kondo, gerente de Tecnologia da Informação do Aché.

A companhia já adotou alguns módulos dos sistemas da SAP criados para rodar exclusivamente sobre o Hana, a chamada geração S/4, incluindo um de planejamento de produção e outro de orçamento.
“Estamos desenvolvendo soluções que vão integrar informações de especialistas e experiências de consumidores em uma plataforma digital unificada, facilitando o fluxo de informação, contribuindo para a prevenção e o tratamento”, explica Kondo.

A ideia é seguir agregando as últimas versões da tecnologia da SAP nos próximos meses. De acordo com Kondo, em volumes de dados processados a infra da Aché agora se divide me 20% com Hana e outros 40% para sistemas legados rodando em Oracle e SQL Server.

A migração para o Hana reduziu os custos de licenciamento de hardware em 3%, ao mesmo tempo em que acelerou muito alguns fluxos de trabalho. A extração de notas fiscais para a composição de transporte, que antes durava cerca de 30 minutos, hoje dura menos de um minuto.

“Outros benefícios estão em algumas etapas dentro do processo de fechamento contábil, reduzidas de 10 minutos para um processamento instantâneo e online. O projeto trará ganho de performance, tornando alguns processos até 10 vezes mais rápidos”, afirma Leandro Roldão, gerente de Sistemas da Informação do Aché.

O Aché não tem sentido os efeitos da crise. A empresa projeta investir R$ 80 milhões em 2016 na ampliação das suas operações, com fábricas em Guarulhos, Santo Amaro, Anápolis e uma operação recentemente adquirida em Londrina.

Entre janeiro e setembro do ano passado, a companhia tinha totalizando vendas de R$ 3,18 bilhões, uma alta de 22% frente aos resultados do ano anterior, totalizando cerca de 5,6% do mercado nacional, segundo um estudo da Exame.

É uma performance acima da média. No mesmo período, o setor farmacêutico cresceu 15,01%. Os dados são de um levantamento da consultoria IMS Health, feito a pedido da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos).

Fonte: Maurício Renner – Baguete

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