Desafios da EFD-Reinf – Entrevista Rádio Justiça

O Consultor Tributário da Solução Fiscal GUEPARDO da FH, Juarez Oliveira Mata Junior, concedeu entrevista à Rádio Justiça e tirou todas as dúvidas sobre a mais nova dor de cabeça dos contribuintes: a EFD-Reinf!

“A Reinf é uma declaração que veio para trabalhar bastante os processos existentes nas empresas no que tange ao registro das notas fiscais de prestação de serviços tomados, principalmente nas que tem retenção de INSS, por que vai precisar existir uma total sincronização de informações entre os prestadores e tomadores.”

Ouça abaixo!

FH TV – FH e SAP participam do Fórum E-Commerce Brasil 2017

A FH participará, em parceria com a SAP, nos dias 25, 26 e 27 de julho da 8ª edição do Fórum E-commerce Brasil 2017. É o principal evento de e-commerce da América Latina e o terceiro maior evento de e-commerce do mundo!

Assista o vídeo abaixo e fique por dentro das inovadoras soluções que a FH apresentará para o comércio eletrônico! Entre elas estão: implementação, hospedagem, digital strategy consulting, suporte para operações de vendas online ou lojas virtuais e muito mais!

O AVANÇO CADA VEZ MAIS RÁPIDO DA INTERNET DAS COISAS

O crescimento da tecnologia da informação na conectividade dos produtos vem sendo acelerado. Para Eduardo Peixoto, CEO do CESAR, é um caminho sem volta.

Produtos conectados vêm fazendo cada vez mais parte da nossa vida. Além dos já conhecidos smartphones, objetos como carros, geladeiras e máquinas de lavar estão cada vez mais inteligentes. E vão revolucionar o mercado mais uma vez.

Além dos objetos que podemos comprar, a internet das coisas também está deixando as cidades mais eficientes. Sistemas de transporte e trânsito, saúde e segurança vêm sendo atualizados e entregando resultados de maneira cada vez mais rápida.

Para Eduardo Peixoto, CEO do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), centro de privado de inovação responsável pela criação de produtos e serviços por meio de Tecnologias de Informação e Comunicação, a popularização é um caminho sem volta. E se as empresas brasileiras não correrem, podem ficar pelo caminho.

Confira, a seguir, a sua entrevista:

Como e quando vai ser a popularização da internet das coisas?

Já está popularizando e de maneira rápida, mas o detalhe principal é que trata-se de algo invisível. A internet das coisas não é uma nova internet, mas uma conexão dela com os objetos. Tivemos a fase em que conectamos pessoas, agora estamos na era de conectar serviços e aparelhos. Podemos pegar o exemplo de aplicativos como o Uber e o 99. Eles pegaram um serviço e automatizaram, fazendo tudo ser conectado. Seu trajeto é monitorado, assim como o seu pagamento. Isso é como se o próprio carro estivesse conectado à internet. É um caminho sem volta

O Brasil está atrasado nesse processo?

Países como os Estados Unidos, Japão, Inglaterra e algumas nações nórdicas já estão bem mais avançados. Todo o trânsito de Boston, por exemplo, é gerenciado pela prefeitura em parceria com o aplicativo Waze. Também há parcerias para coletas de lixo. Empresas nos setores de saúde, óleo & gás também estão se movimentando e percebendo que esse é o futuro. Esses países estão criando verdadeiras cidades inteligentes. O Brasil está caminhando para o rumo certo, com um esforço forte do governo por meio de braços como o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e o BNDES. A coisa está acontecendo, mesmo as vezes não sendo visível.

Todas as empresas estão conseguindo acelerar esse processo internamente?

Muitas delas ainda estão bem atrasadas. Há empresas tradicionais que ainda estão falando em transformação digital, sendo que a internet nasceu em 1995. Isso vai dificultar ainda mais a venda delas lá na frente. A internet das coisas coloca um grau de dificuldade muito maior. Você vai ter dados passando e sendo criados por meio de todos os seus produtos, sem exceção.

E como se preparar para isso?

Tem que ser um programa bem estruturada, não uma coisa curta e pontual. Existem empresas que ainda acham que bom investimento em marketing é em broadcast, sendo que o número de pessoas assistindo televisão só cai. Ela não faz o uso da internet como um canal de via dupla. Há companhias que ainda não ouvem o consumidor. Esses empresários precisam se atualizar no ponto de vista de transformação digital. O produto que ele fabrica vai ter que trazer cada vez mais informação para ele e para o consumidor. Ou seja, há um bilhão de oportunidades.

A Amazon sempre acaba sendo um grande exemplo quando se fala de internet das coisas. O que a faz ter esse diferencial?

Ela já nasceu na internet e com um pensamento digital. Ela sabia desde o início que não deveria ser apenas uma varejista. Por meio da sua plataforma de serviços em nuvem AWS (Amazon Web Services) ela focou nos dados e na informação. Eles criaram o botão dash, que consiste em comprar produtos apertando somente esse botão. O difícil não foi colocar o botão, mas entregar o produto na hora certa e todo o processo por trás, como recomendações de compra realmente boas para o consumidor. Eles continuaram impulsionando o ideal de startup dentro da companhia.

Fonte: Consumidor Moderno

VOLUME DE VENDAS DO VAREJO BRASILEIRO CRESCE 2,4% EM MAIO

O setor conseguiu o segundo resultado positivo anual. Com isso, setor acumula alta de 0,8% entre janeiro e maio deste ano. Veja o desempenho por segmento.

O varejo brasileiro conseguiu crescer 2,4% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Este é o segundo aumento consecutivo nessa base de comparação, de acordo com dados divulgados hoje (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Considerando o varejo ampliado, que leva em conta o desempenho do segmento de Material de Construção e Veículos, o volume de vendas cresceu 4,5% no período.

Em receita nominal, o comércio varejista registrou alta de 3,1% no período. Já o varejo ampliado teve alta de 4,5% na relação com maio de 2016.

De acordo com o IBGE, o crescimento do setor nessa base de comparação deve-se ao Dia das Mães e à diferença de um dia útil a mais em maio de 2017 (22 dias) em relação a maio de 2016 (21 dias).

Desempenho dos setores

Olhando para os segmentos do setor, apenas dois apresentaram desempenho negativo na comparação anual: Livros, Jornais, Revistas e Papelaria, com queda de 1%; e Combustíveis e Lubrificantes, com recuo de 0,9%.

Em termos de contribuição, ou seja, considerando os segmentos com maior peso na formação da taxa global do varejo, o segmento de Móveis e eletrodomésticos foi o grande destaque, com alta de 13,8% no volume de vendas.

Outras contribuições positivas relevantes sobre o total nacional vieram de Tecidos, vestuário e calçados (5%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (3,8%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,8%).

As vendas do setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios bebidas e fumo ficaram estáveis em relação a maio de 2016.

Considerando os resultados em maio, frente a abril, o setor apresentou leve recuo, de 0,1%. Já o varejo ampliado verificou queda de 1,2%.

“Numa visão geral, os dados de maio são bons, mas o cenário é nebuloso. Precisamos aguardar os números dos próximos meses para sabermos se realmente a economia se descolou da política. Diante do cenário atual, em que se assiste ao desenrolar das reformas e ao agravamento da crise político-institucional, não é possível projetar com segurança um futuro econômico”, comentou, em nota, Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Fonte: Portal NOVAREJO

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Revista FH – 7° Edição

Já está disponível a nova edição da Revista FH!

Se preferir, você pode baixar o aplicativo do ISSUU no Google Play ou na Apple Store. Não deixe de seguir a página da FH no ISSUU, pois sempre que postarmos novos conteúdos, você receberá um aviso online!

Não deixe de conferir a sétima edição, que conta com os seguintes destaques:

  • FH comprova experiência em SAP S/4HANA
  • FH promove Road Show em diferentes regiões do Brasil
  • A palavra de ordem para o varejo: “experiência”
  • SAPPHIRE 2017: principais tendências do mundo SAP
  • Programa de Capacitação de Jovens da SAP potencializa talentos da área de TI
  • FH realiza reestruturação societária na Tigre

Boa leitura!

6 aspectos da transformação digital que impactarão as operações e a vida das pessoas

Computação cognitiva e inteligência artificial são as disrupções do momento

Todo início de ano apresenta um verdadeiro rali de conferências ao redor do mundo para nós, players das indústrias de TI e Telecom, e provedores de serviços de comunicação (CSPs). São tendências e novas tecnologias que estão saindo do papel, e que, nos meses seguintes, marcarão presença nas grandes operações e também na vida das pessoas.

Após a principal leva de eventos do primeiro semestre, que inclui a CES, em Las Vegas (EUA) e o MWC, em Barcelona (Espanha), reuni aqui seis aspectos da transformação digital que já começaram e impactarão ainda mais fortemente toda a economia global desde já.

1. Cognição e Inteligência Artificial são as disrupções do momento

A computação cognitiva não é necessariamente uma nova tecnologia, mas a chegada de grandes empresas a este mercado, com plataformas e produtos próprios, e a disponibilização de poder computacional sem par na história, tornaram a inteligência artificial real e efetiva.

A aplicação dessas tecnologias em conjunto com tecnologias de automação, estão mudando o panorama da indústria. O uso de uma interface homem-máquina baseada em linguagem natural e a utilização de dados não estruturados habilitam novos casos de uso.

Essas disrupções afetam as organizações em diversas frentes, inclusive o que elas criam e o seu processo de inovação. A habilidade de aplicar essas tecnologias de forma efetiva para resolver problemas reais será, agora, um diferencial. E, provavelmente em pouco tempo, se tornará questão de sobrevivência.

2. Analytics e Machine Learning chegaram pra valer à gestão de redes

A aplicação de analytics e machine learning nas operações dos CSPs (Communications Service Providers, em inglês), incluindo atividades de monitoração e reparo de redes, atendimento a clientes, e serviços de campo, tem ganhado cada vez mais visibilidade e importância.

A capacidade de identificar padrões de comportamento, e desvios de padrões, além da recomendação de ações em sistemas de suporte a tomada de decisões, trarão grande impacto na operação, custos e qualidade de serviço dos CSPs.

3. IoT gerando transformação em diferentes indústrias

Indústrias como moda, saúde e automotiva, por exemplo, estão gerando cada vez mais casos de uso de IoT (internet das coisas).

Os sistemas de telemetria utilizados em carros de corrida, como nos da Fórmula 1, são um caso de uso conhecido e consolidado de IoT. Estes já estão disponíveis para carros de rua através de aplicativos, que permitem que o proprietário do veículo realize diagnósticos (através de múltiplos sensores), interaja e até mesmo manobre seu veículo utilizando apenas seu smartphone. Além disso, carros de condução semiautônoma e autônoma já estão entre nós. Montadoras como Volvo e BMW já vendem carros no mercado brasileiro com tecnologias de condução semiautônoma, e em cidades como Boston, Las Vegas e Chandler, nos Estados Unidos, já se encontra, ainda que em testes, carros e ônibus autônomos rodando nas ruas.

Além de serem os fornecedores naturais dos meios para IoT, os CSPs também poderão se beneficiar desta tecnologia e das capacidades de sensorização e atuação, tanto na oferta de novos produtos, como na forma em que presta os serviços atuais.

4. Embora incipiente, o 5G está entre nós

Apesar das apostas no 5G apontarem apenas para 2020, a tecnologia de internet de quinta geração se mostra neste momento mais madura. Os aspectos tecnológicos foram mais desenvolvidos, mas ainda estamos procurando casos de sucesso que justifiquem o uso dessa novidade.

Alguns estudos apontam que a tecnologia deverá se basear na experiência do usuário, na melhoria dos serviços e em novos modelos de negócio. Neste sentido, a maior promessa é a aplicação da internet ultrarrápida em Realidade Virtual/Realidade Aumentada (VR/AR, nas siglas em inglês).

Além disso, Machine-to-Machine (M2M) e Internet das Coisas deverão ter papel central no desenvolvimento desta tecnologia – alguns já dizem que o uso de vídeo atrelado a IoT será o gatilho para os requerimentos desta nova banda, ao demandar confiabilidade e latência reduzida.

5. Virtualização e Convergência de Infraestrutura Tecnológica

No mundo de TI, termos como virtualização e nuvem são uma realidade amplamente difundida. A novidade está na previsão de que redes definidas por software e infraestruturas virtualizadas deverão “puxar a fila” dos novos investimentos dos CSPs. O objetivo é aumentar a flexibilidade, a resiliência e a agilidade e, com isto, a similaridade entre as infraestruturas de Telecom e TI deve aumentar, possibilitando maiores convergência e sinergias no futuro.

Além disto, para um uso mais efetivo desta infraestrutura, práticas como DevOps serão necessárias. No entanto, os sistemas atuais continuam em operação sem data no horizonte para a descontinuação, o que resulta em ambientes ainda mais heterogêneos e deverá ser considerado na evolução do modelo operacional.

6. Transformação digital e a jornada do consumidor

Todo este contexto nos direciona a uma nova discussão: como os provedores de serviços de comunicação evoluirão para se tornarem, cada vez mais, empresas de tecnologia e software? E como prover a experiência que seus clientes/usuários esperam?

Isso faz parte da transformação digital, um processo já em curso no mercado de telecomunicações. Porém, para permitir que o cliente tenha uma boa experiência, há ainda um outro aspecto que muitas vezes é negligenciado: como a transformação digital deve impactar as operações para que elas evoluam e sustentem uma boa experiência para os clientes?

Todo este processo e toda essa transformação precisam ser internalizados pelas operações e trazem consigo, além das tecnologias mencionadas aqui, uma mudança estrutural na organização dos CSPs. O que inclui uma mudança no perfil de seus profissionais e nas capacidades dos fornecedores contratados. Automação, IoT, cognição, inteligência artificial, analytics e software como diferenciação estão entre os tópicos que devem ter maior atenção para que a transformação ocorra de ponta a ponta nas operações.

E, para quebrar os paradigmas e silos atuais, devemos nos lembrar que o centro de tudo isto não é somente a experiência, mas sim toda a jornada do usuário (Customer Journey). Ela deve ser simples, personalizada, agradável e realmente digital, e isto também deve constar nas discussões sobre a transformação digital.

O mercado de Telecom está novamente no centro das atenções

Apesar de estar em evidência, isto não significa que a vida dos profissionais dessa indústria será mais fácil. A Era Digital começa a requerer capacidades ainda não existentes. Empresas e profissionais que forem mais ágeis e efetivos terão a oportunidade de liderar este processo de disrupção e inovação.

E quer você queira ou não, quer você seja um profissional da área ou um usuário dos serviços e produtos dessas indústrias, uma coisa é fato: a transformação digital é muito mais real do que pode parecer, e você já está inserido nela. Portanto, estejamos atentos!

Fonte: ASUG

Publicação dos arquivos XSD da EFD-Reinf versão 1.1.01.

A SPED divulgou a publicação dos arquivos XSD da EFD-Reinf versão 1.1.01, compatíveis com a versão 1.1 dos leiautes.

Para que não haja problemas na utilização do ambiente de produção restrita é importante que as empresas gerem seus arquivos XML com base nesses arquivos XSD atualizados.

As demais instruções relativas ao ambiente de produção restrita, incluindo a data de início para sua utilização serão divulgadas oportunamente.

Para ter acesso aos arquivos, clique aqui.

Fonte: SPED

Novo Case de Sucesso da FH – Grupo Tigre

Com uma solução inovadora, a FH auxiliou o Grupo Tigre a conquistar sua reestruturação societária.

Grandes grupos empresariais possuem múltiplas empresas nos mais variados setores. Por isso, é importante contar com uma solução integrada que organize, facilite e assegure a gestão empresarial, legal, contábil e fiscal, pois devido a aquisições, incorporações ou venda de ações, se os setores não estiverem organizados, a estrutura societária pode virar uma grande dor de cabeça e refletir em severos prejuízos.

O Grupo Tigre, um dos maiores grupos empresariais brasileiros do setor de produção de materiais para construção, dando continuidade ao seu planejamento estratégico, preparava-se para realizar uma reestruturação societária e precisava de uma solução que além de se adequar à sua forma agressiva de novas aquisições, fosse simples, integrada, rápida, e que proporcionasse redução de custos na conexão de novas empresas e outros negócios próprios aos sistemas utilizados pelo grupo.

A esse projeto foi dado do nome de “Uma Só Tigre” e seu grande desafio foi adaptar a estrutura societária vigente na empresa para o novo formato adotado pelo grupo, sem deixar de lado as legislações, obrigações fiscais e diretrizes contábeis. A FH teve o prazo máximo de nove meses para realizar e entregar o projeto.

Para enfrentar os desafios propostos pelo Grupo Tigre, a FH implementou a funcionalidade Segmentos, que possibilitou o agrupamento de todos os negócios, mesmo relacionados a segmentos separados, sob o mesmo CNPJ, em um formato que o grupo ainda não conhecia e que superou todas as expectativas.

Esta funcionalidade implementada pela FH, entregou ao cliente uma solução contábil unificada, conexão rápida com os sistemas de novas empresas adquiridas, integração com sistemas externos de novas empresas, a unificação da estrutura de vendas e a possibilidade de contar com as informações independente do lugar, além da simplificação do ambiente SAP, entre outros benefícios!

Clique aqui para baixar o case e conheça mais detalhes!

Esse é mais um case de sucesso que a FH tem orgulho de ter participado!
Seja você também um parceiro da FH!

Conheça as novidades da nova versão do SAP Solution Manager

Além do gerenciamento completo dos aplicativos empresariais do ambiente de tecnologia, a plataforma SAP Solution Manager 7.2 dispõe de inúmeros processos de negócios prontos para execução, com configuração assistida e metodologia de última geração para revolucionar a gestão de TI das empresas.

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Confira as principais razões para sua empresa adotar a plataforma:

1. Gestão completa dos recursos de tecnologia
Tenha a disposição um grande conjunto de processos, ferramentas, serviços e um modelo organizacional para gerenciar soluções SAP e não SAP.

2. Primeiro passo para a revolução digital
Para orientar projetos em SAP HANA e SAP S/4HANA é necessário utilizar o SAP Solution Manager 7.2. Se sua empresa já possuir a licença do SAP HANA, a plataforma poderá ser instalada diretamente sem custos adicionais.
Então, aproveite a oportunidade e prepare sua empresa para estar apta a suportar novos recursos como Internet das Coisas (IoT), Big Data, funções analíticas em tempo real, sistemas híbridos (Nuvem e Local), incluindo SAP SuccessFactors. Tenha uma nova experiência de uso com o SAP Fiori e o SAPUI5. Isto lhe permitirá portar o SAP Solution Manager em qualquer dispositivo sem a necessidade aplicativos adicionais, executando tudo diretamente no navegador de sua preferência de forma responsiva.

3. Implementações aceleradas e com a excelência da FH
Com expertise comprovada pelo Run SAP Partner, a FH possui equipe técnica certificada e dedicada à pratica de implementação e operação de soluções SAP. Assim, a sua empresa se valerá da inovação e redução de custos proporcionada pela nova versão do SAP Solution Manager.

4. O SAP Solution Manager 7.1 perderá o suporte ainda em 2017
A manutenção da versão 7.1 do SAP Solution Manager expira em dezembro de 2017. Isso quer dizer que a SAP deixará de lançar melhorias e correções para essa versão do produto.

5. É seu direito
A utilização do SAP Solution Manager 7.2 é um direito de todo cliente SAP Enterprise Support. Faça valer este direito e aproveite ao máximo as capacidades da nova versão!
Que tal sua empresa contar com todas as essas melhorias na gestão de TI?

Converse agora com a FH, impulsione a gestão de informação da sua empresa e dê o primeiro passo para a revolução digital. Entre em contato com seu executivo de contas pelo (41) 3593-3224 ou envie um e-mail para comercial@fh.com.br.

FH TV – SAP Hybris Sales Cloud – Plataforma Digital com CRM

Nesta era de mudanças tão velozes na jornada de consumo dos clientes, sua empresa precisa ter informações em tempo real, para que possa oferecer o produto certo, na hora certa, agregando valor e proporcionando uma excelente experiência ao consumidor. Sinônimo de transformação digital, o SAP Hybris é a ferramenta líder de mercado quando o assunto é omnichannel e tem revolucionado a maneira de gerenciar a jornada de compra dos clientes.

Dentre tantas soluções integradas ao SAP Hybris oferecidas pela FH, o SAP Hybris Sales Cloud, possibilita uma visão 360º do cliente com análise em tempo real. A integração do seu e-commerce com o CRM possibilita que seu cliente tenha um atendimento personalizado em qualquer que seja o canal escolhido por ele, desde o telefone até o app da sua empresa.

Sem dúvida a integração digital da área comercial vai muito além do CRM, pois é necessário identificar o perfil do seu consumidor, qual a sua jornada de compra e seu comportamento. E o SAP Hybris Sales Cloud é seu maior aliado nesta tarefa, pois ele possui suporte em tempo real para proporcionar informações valiosas e insights importantes à sua força de vendas!

Eleita pela SAP como Melhor Parceiro 2016 na categoria SAP Hybris, a FH conta com know-how suficiente sobre todas as características desta ferramenta que tem impulsionado as vantagens da transformação digital em seus clientes.

Assista ao vídeo abaixo e fique por dentro de todas as possibilidades que o SAP Hybris Sales Cloud pode proporcionar ao seu negócio: